Tempo de Cordel

Este blog tem como objetivo contribuir para a divulgação do projeto de pesquisa desenvolvido por professores e alunos da Universidade Estadual de Londrina - Literatura popular: os folhetos de cordel da Biblioteca Central/UEL; pesquisa, preservação e divulgação.

terça-feira, setembro 25, 2012

teste

Testando....

segunda-feira, junho 20, 2011

Crie seu cordel com a Revista Educar para Crescer





Uma iniciativa bem legal da revista Educar para Crescer, da Editora Abril, esse site oferece algumas ferramentas para quem quiser fazer seu próprio cordel! A atividade é voltada para alunos do ensino fundamental, e pode, inclusive, ser utilizada em sala de aula por professores interessados como um ótimo exercício.


Recomendado!




Ah! E a professora Raimunda contribui para este projeto com uma entrevista para a jornalista Luciana Fleury!

quarta-feira, maio 04, 2011

Xilogravura e Técnicas de Impressão

As técnicas de impressão foram aperfeiçoadas ao longo do tempo. No início do século XX, a tipografia representava o que havia de avançado no campo da impressão em grande escala. E, justamente, datam desse período (1906) os primeiros folhetos impressos de que se tem notícia, de autoria de Leandro Gomes de Barros. Alguns dos folhetos por ele produzidos trazem as informações da casa impressora (Typographia Mendes, do folheto “Como João Leso vendeu o Bispo”, s. d., Typographia Moderna, com endereço, de “As cousas mudadas / Historia de João da Cruz - 4º vol.”, s. d., e Typographia do Jornal do Recife, de “A crise actual e o augmento do sello / A urucubaca / O antigo e o moderno”, de 1915). Muitos deles são decorados com elementos tipográficos – bordas, vinhetas, figuras animais, vegetais ou mesmo humanas criadas para fins de ornamentação tipográfica. Outro recurso foram os desenhos realizados para ilustrar o assunto tratado, cuja reprodução dependia de uma matriz gravada, como o clichê de metal. A xilogravura também foi utilizada como alternativa, seguramente feita pelos profissionais denominados “abridores de madeira”, muito requisitados no final do século XIX. Essas xilogravuras têm como característica o rigor em sua elaboração, com contornos e traços delicadamente talhados. Entretanto, uma imagem, representando Antonio Silvino, elaborado com menos rigor em seu traçado, revela os veios da madeira, ao mesmo tempo em que apresenta o personagem em movimento, com linhas sinuosas, diferentemente de inúmeras xilogravuras realizadas a partir de meados da década de 1920.

Para ter noção do significado dessas palavras em relação à xilogravura, bem como de suas diferentes possibilidades de exploração como linguagem artística, foram apresentados ao grupo de pesquisa xilogravuras de Dürer (Alemanha, 1471-1528), Goeldi (Brasil, 1895-1961), Hokusai (Japão, 1760-1849) e algumas imagens do livro “Imagem e Letra”, de Orlando da Costa Ferreira. Explicou-se em linhas gerais os diferentes resultados obtidos com a xilogravura ao fio (a tábua é cortada no sentido longitudinal da árvore) e ao topo (em que a madeira é cortada transversalmente, ou seja, o corte é perpendicular às fibras), que exigem, cada uma, ferramentas específicas: goivas, formões e facas para a primeira e buril para a segunda. Falou-se também que, além da prensa, a impressão xilográfica pode ser obtida com uma colher.

A título de curiosidade, os alunos puderam ver ampliada a organização das cores CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto) em uma impressão offset, bem como a da impressão a laser e a da jato de tinta, através da lupa conta fios. O aspecto mais interessante da atividade foi constatar que uma xilogravura impressa em um marcador de páginas era, na realidade, reprodução em offset.

Com essas informações, passou-se à identificação das técnicas de ilustração utilizadas nos folhetos de cordel, tomando como exemplo alguns folhetos do acervo e imagens digitalizadas de outros, trazidas pela Profa. Luli.





Referências:

FERREIRA, Orlando da Costa. Imagem e Letra - introdução à bibliologia brasileira, São Paulo: EDUSP, 1994, 2ª. ed.

Folhetos citados:

BARROS, Leandro Gomes de. A crise actual e o augmento do sello / A urucubaca / O antigo e o moderno. Recife: Typografia Jornal do Recife, 1915.

______. Como João Leso vendeu o Bispo. S. l.: Typographia Moderna, s. d.

______. As cousas mudadas / História de João da Cruz (4º vol.). S. l.: Typographia Mendes, s. d.



Luli Hata é mestre em Teoria Literária pela Unicamp e atualmente é professora dos departamentos de Artes Visuais e Design Gráfico da UEL, além de participar do grupo de Pesquisa Tempo de Cordel. O texto acima resume o encontro que aconteceu em 20/04/2011, quando a professora Luli falou sobre a técnica da Xilogravura e outras técnicas de impressão.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Visita ao Instituto de Estudos Brasileiros na USP

O Projeto Tempo de Cordel esteve na cidade de São Paulo visitando o Instituto de Estudos Brasileiros na Universidade de São Paulo.
(confira o site do IEB-USP aqui!)


Durante a visita conhecemos o acervo do Instituto e pudemos ter acesso aos mais diversos materiais (desde livros, passando por quadros, objetos pessoais e escritos) de grandes nomes como Mário de Andrade, Anita Malfatti, Graciliano Ramos, entre outros).


Outro momento muito interessante do passeio foi a oportunidade de conhecer o funcionamento do acervo. Pudemos observar a forma de organização, de preservação, de restauração, os mecanismos de climatização e as formas de catalogação de todos os materiais disponíveis ali.


Integrantes do grupo na USP.


Momento para o café!


Visita ao MASP e à Avenida Paulista.



Conhecendo o funcionamento do acervo do IEB.



o Instituto de Estudos Brasileiros na USP.

Oficina de Literatura de Cordel para os alunos do Colégio Feijó

Em Novembro de 2010 o Projeto Tempo de Cordel esteve na Escola Estadual Albino Feijó Sanches, em Londrina, para conversar com os alunos sobre Literatura de Cordel.
Izabel e Sueli falaram sobre a importância da literatura popular, apresentaram os folhetos aos alunos e leram um pouco para que eles pudessem conhecer esse tipo de Literatura.
Em seguida, a Cláudia entrou com sua tradicional oficina de xilogravura, explicando o que é esta técnica e como ela está ligada à Literatura de Cordel, para que os alunos pudessem fazer suas próprias xilos!



Xilogravuras feitas pelos alunos penduradas para secar.

Bel e Claúdia com os alunos prensando as matrizes de isopor contra o papel para imprimir as xilos!


Os alunos do Colégio Feijó em suas atividades.




Bel e Sueli decorando a sala com folhetos.







Oficina de Literatura de Cordel na BCUEL para comemorar a Semana do Livro

Na Semana Nacional do Livro e da Biblioteca (23 a 29 de outubro de 2010) a Biblioteca Central da UEL contou com uma programação especial recheada de Literatura de Cordel!


A Exposição Tempo de Cordel foi montada e ficou exposta aos usuários da Biblioteca durante toda a semana, com muita cor, informação e folhetos e xilogravuras expostas!


No dia 26 o pessoal do projeto esteve na biblioteca para minstrar uma oficina. O tema foi "Tempo de Cordel: Pesquisas no Acervo da BC/UEL". A professora Raimunda falou sobre a importância da Literatura Popular e, em seguida, a Cláudia falou sobre a xilogravura para que todos pudessem fazer suas próprias xilos com matrizes de isopor.



Professora Raimunda falando sobre Literatura de Cordel aos funcionários e bibliotecários da BC/UEl. Estavam presentes também os participantes do projeto: Izabel, Claudia, Isadora, Patrício, Paulo e Sueli


O pessoal da Biblioteca exibindo suas xilos!!



Oficina de Literatura de Cordel para oa alunos do Colégio Polivalente

Confira as fotos de mais uma oficina sobre Literatura de Cordel no Colégio Polivalente na cidade de Londrina.
A oficina aconteceu no dia 28/10/2010 e estavam presentes a Cláudia, que ensinou aos alunos sobre xilogravura, e a Sueli e o Patrício, que falaram sobre Literatura de Cordel e sua importância!



Alunos do Colégio Polivalente lendo os Folhetos de Cordel.

Alunos do Colégio Polivalente lendo os Folhetos de Cordel.




domingo, agosto 01, 2010

Formação de professores na escola Olavo Bilac em Cambé


Mais uma vez, em parceira com o projeto LENPES, o grupo de pesquisa Tempo de Cordel esteve na escola Olavo Bilac, na cidade de Cambé, para conversar sobre Literatura de Cordel com alunos do magistério, contribuindo assim para a formação de novos professores que conheçam o Cordel e entendam como podem levar a litertura popular para dentro das salas de aula.


Raimunda, Bel, Waldir, Julia, Amanda e Patrício, dia 13 de Julho de 2010, em Cambé.

sábado, julho 31, 2010

Tempo de Cordel contribuindo para a formação de professores em Rolândia!

Os integrantes do grupo Tempo de Cordel estiverem na cidade de Rolândia para conversar com professores sobre a Literatura de Cordel.
Esta ação faz parte do programa de formação de professores do LENPES – Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Sociologia da UEL. Trabalhando em parceria com este projeto, nosso grupo de pesquisa amplia ainda mais nossa área de atuação e encontra mais formas de divulgar e educar sobre o Cordel.
Os dois dias de encontro - 12 e 26 de Junho/2010 - foram muito interessantes e produtivos. Pudemos expor os folhetos e mostrar aos professores o que é a Literatura de Cordel, todos as pesquisas que realizamos na Universidade e, principalmente, como o Cordel pode ser utilizado como uma rica ferramenta em sala de aula.

Amanda falando sobre sua pesquisa sobre Literatura de Cordel e racismo. (Waldir ao fundo!)

Professora Raimunda conversando com os professores.

Bel falando sobre o acervo de folhetos da biblioteca. (Gabriela, Paulo, Isadora e Claudia ao fundo!)

Cabrada Fest no Colégio Nobel

O grupo Tempo de Cordel marcou presença na II Cabrada Fest do Colégio Nobel ! A festa estava ótima, com comidas e decoração típicas, apresentações culturais dos alunos do colégio, apresentação da banda Mamulengo, a participação do querido Mestre Paraíba, e, é claro, nosso grupo expondo a beleza da Literatura de Cordel e ensinando sobre a literatura popular.





quinta-feira, maio 20, 2010

O Grupo de Pesquisa em Literatura de Cordel da BC/UEL estará participando da II Cabrada Fest

A II Cabrada Fest (festa nordestina) acontece no próximo dia 22/05 (sábado), no horário das 18h às 22h, sob o comando dos alunos da 3ª série do Colégio Nobel. O próprio colégio servirá como cenário para a festa tipicamente nordestina, trazendo o show da banda Chá de Chocalho; apresentação de Mestre Paraíba; Exposição de Cordel da BC/UEL; barracas de comidas típicas entre outros atrativos. O Colégio fica perto do Muffato da Quintino e os ingressos custam R$ 4,00. Todos estão convidados!

Mais informações: (43) 33443223 / 30255656

www.nobellondrina.com.br

terça-feira, maio 11, 2010

Cordel no Estadinho

Thais Caramico tem publicado algumas matérias bem legais sobre Cordel no Estadinho:
Aqui, um trecho da matéria Faça sua gravura, que mostra uma técnica muito parecida com a que usamos em nossas oficinas de xilogravura em escolas:
Como a arte não tem limites, convidamos a artista plástica e educadora Fernanda Simionato para ensinar aqui uma técnica incrível e muito simples de fazer. É a gravura alternativa, um jeito que “imita” a xilogravura, mas na verdade é uma impressão feita com isopor.
Você vai precisar de:- Guache de várias cores- Folhas brancas e coloridas- Pincéis- Um rolinho de espuma- Tesoura- Bandejinhas de isopor (daquelas de frios)- Palito de churrasco ou lápis
Agora veja, passo a passo, como é fácil e divertido!

Passo 1: Tire as bordas da bandejinha. Depois, desenhe o que quiser com um palito de churrasco ou um lápis. Você não precisa marcar os traços com cor (aí na foto a cor preta aparece apenas para sinalizar os traços para você, aqui nas instruções). O que você precisa fazer é afundar bem o palito, ou o lápis) para fixar o desenho no isopor.

Passo 2: Com a ajuda do rolinho de espuma, espalhe o guache por toda a bandeja.

Passo 3: Depois de ter preenchido a bandeja inteirinha, pegue uma folha e a pressione, com as mãos, sobre a parte pintada. Devagar, puxe a folha e veja como a impressão sai perfeita, como se fosse mesmo uma xilo.

Passo 4: Se quiser inventar ainda mais, corte as bordas em triângulos e, com o pincel, pinte cada parte de uma cor.

Passo 5: Faça o mesmo processo de puxar o papel devagar e veja que figura diferente você criou!

Passo 6: Também dá para pintar tudo de uma cor só e imprimir em um papel colorido! Crie, invente, faça o que quiser e encha sua casa de cores! Para secar bem, você pode espalhar pela mesa ou, quem sabe, pendurar no varal como se fosse uma exposição de xilo. Divirta-se!

quinta-feira, maio 06, 2010

Conversa com Professor Carcará

Professor Carcará conversou com o grupo de pesquisa sobre as imagens impressas nas capas dos folhetos. Na Biblioteca Central da UEL, dia 06 de maio de 2010

Carcará falou sobre as imagens e os tipos de impressões dessas imagens presentes nas capas dos folhetos.

Tipografia: Figuras ou letras são feitas em chapas metálicas e organizadas nas máquinas tipográficas, depois impressas em papel.

Clichê fotográfico: Imagem é gravada com ácido em uma chapa de metal, isso que cria um relevo e essa chapa é usada na máquina tipográfica.

Off-set: desenhos gravados em chapas de zinco e passados por uma máquina rotativa, pode fazer impressões coloridas.

Xilogravura: Imagens são talhadas em madeira e impressas em papel.

Impressão e Xeróx.

O professor explicou como identificar impressões de gravura feitas pela impressora ou máquina de xeróx em oposição a imagens impressas pela máquina tipográfica.

Finalmente, explicou sobre a xilogravura, explicando que o desenho pode ser identificado como xilo pelos traços feitos pelas goivas (ferramentas). As linhas são mais grossas, e normalmente o interior das imagens é preenchido. A xilogravura também têm menos detalhes.

Classificamos então as capas do folheto de acordo com o tipo de imagem e o tipo de impressão:

Xilogravura

Desenhos

Clichê-fotográfico

Off-set colorido

Vinhetas

Reunião do Grupo de Pesquisa, na BC/UEL, dia 29/04/2010
Professor Carcará assinando suas xilogravuras. BC/UEL, dia 29/04/2010



quarta-feira, maio 05, 2010

Acervo Maria Alice Amorim

O Grupo de Pesquisa Tempo de Cordel ganhou de Maria Alice Amorim o CD Acervo Maria Alice Amorim: catálogo de literatura de cordel. Recife, 2009.
Agora, além de estreitar mais os laços entre nosso acervo e o Acervo Maria Alice Amorim, também temos acesso aos dados dos folhetos, e podemos consultá-los! O CD está disponível no acervo de Literatura de Cordel da Biblioteca Central da UEL para quem interessar-se.
O site do Acervo Maria Alice Amorim também disponibiliza estes dados e é muito interessante!

Contato!

O Grupo de Pesquisa Tempo de Cordel tem um novo e-mail para contato!

tempodecordel@gmail.com

Atividades de 2010

O Grupo de Pesquisa Tempo de Cordel iniciou suas atividades do ano de 2010 com algumas novidades!

Agora estamos trabalhando em parceria com o LENPES (Laboratório de Ensino, Extensão e Pesquisa de Sociologia/ Uel), e teremos mais atividades de extensão, como oficinas de xilogravura e palestras sobre Literatura de Cordel em escolas de Ensino Médio.

Também estamos trabalhando em parceria com o Museu Histórico de Londrina, em pesquisas sobre a população Nordestina em Londrina e a relação da Literatura de Cordel com esta população.

Os integrantes do grupo de pesquisa esse ano são:
Amanda Crispim Ferreira - nanda_paznoespirito@hotmail.com
Carlos A. Campos (Carcará) - carloskarkara@hotmail.com
Claudia Priscila Flora - claudia_cpf@hotmail.com
Gabriela Bragantini - gabrielabragantini@gmail.com
Ieda Sant’Ana Rodrigues - iedinhabuzzo@hotmail.com
Isabella Ventura Silvério Bis - abizum@hotmail.com
Isadora Vidal Pinotti Affonso - isadora925@hotmail.com
Izabel Maria de Aguiar - aguiar@uel.br
Juliamaris de Oliveira - julia_marisoli@yahoo.com.br
Patrício Costa - patricio.letras.uel@hotmail.com
Paulo Estevão M. Fuzinelli - paulofuzinelli@gmail.com
Raimunda de Brito Batista - raimundajoao@gmail.com
Waldir N. do Nascimento - dirwal@hotmail.com

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Seminários



Os integrantes do Grupo de Pesquisa em Literatura de Cordel têm apresentado semanalmente seminários sobre suas pesquisas, discutindo os temas escolhidos durante as reuniões e compartilhando com o grupo informações, dúvidas e sugestões.

Alguns seminários já apresentados:

Waldir apresentou o primeiro capítulo da sua tese de mestrado, discorrendo sobre a Literatura de Cordel, sua história e suas origens.

Amanda apresentou o seminário Olhar sob o negro na Literatura de Cordel”, e falou sobre a presença do negro na Literatura popular e o preconceito.

Luciano apresentou sua tese "A Literatura de Cordel como mediação para o estudo da Literatura Popular." Explicando o que é a Literatura de Cordel e como utiliza-la como meio para o entendimento da literatura popular.

Isabella apresentou o seminário sobre sua iniciação científica. Ela está pesquisando os títulos dos folhetos, analisando o lado criativo deles e a relação com os textos.

Ieda apresentou seu seminário sobre sua iniciação científica. Ela está fazendo um estudo comparativo sobre as invocações na literatura de Camões e em Ilíada e Odisséia, e as invocações na Literatura de Cordel.

Paulo apresentou seu seminário: O cangaço e o sertão nacional: Deus e o Diabo na Terra do Sol e a Literatura de Cordel. Ele analisa o retrato do homem e do cangaço no filme de Glauber Rocha e nos folhetos de Cordel.

domingo, setembro 20, 2009

Atualizações nas galerias de Eventos e Artigos!
Novos Integrantes no Projeto

Confira os emails dos atuais integrantes do Projeto do Pesquisa

Amanda Crispim Ferreira - nanda_paznoespirito@hotmail.com
Carlos A. Campos (Carcará) - carloskarkara@hotmail.com
Claudia Priscila Flora - claudia_cpf@hotmail.com
Grazielle Cristina Silva - graziuel@yahoo.com.br
Ieda Sant’Ana Rodrigues - iedinhabuzzo@hotmail.com
Isabella Ventura Silvério Bis - abizum@hotmail.com
Isadora Vidal Pinotti Affonso - isadora925@hotmail.com
Izabel Maria de Aguiar - aguiar@uel.br
Juliamaris de Oliveira - julia_marisoli@yahoo.com.br
Laís Denise dos Santos Santana - lais_saoseba@hotmail.com
Lilian Andréia Pastori Terrin - lilicapt@hotmail.com
Paulo Estevão M. Fuzinelli - paulofuzinelli@gmail.com
Rafael A. P. L. Ventura - xapadao@hotmail.com
Raimunda de Brito Batista - raimundajoao@gmail.com
Waldir N. do Nascimento - dirwal@hotmail.com

As estudantes Oriana Royon Silva e Maud Thomas, da Universidade de Poitiers, na França, também estão acompanhando as atividades do projeto durante este semestre.

terça-feira, setembro 12, 2006

O projeto e suas parcerias

A Universidade Estadual de Londrina (UEL), Paraná, possui em sua Biblioteca Central (BC), um dos acervos mais bem organizados do país com cerca de 3000 títulos de cordel. Através de parcerias, a BC publicou o catálogo em formato eletrônico (CD-ROM), permitindo acesso a dados bibliográficos e imagens das capas dos folhetos. O catálogo eletrônico reúne todo o acervo publicado nos volumes 1 e 2 do catálogo impresso do Acervo de Literatura de Cordel em 1994 e 1997, respectivamente. Sylvie Debs, estudiosa de literatura de cordel em Strasbourg/França diz "que importa divulgar a cultura popular centro-nordestina e proporcionar seja um tema de reflexão ao leitor, seja uma informação de interesse cultural, seja um tema de história local, seja um divertimento" (DEBS, 1998, p.205). São inúmeras as instituições brasileiras que adotaram em suas bibliotecas o acervo da literatura popular. Entre outras, pesquisaremos e manteremos intercâmbio com as seguintes instituições: UFC - Universidade Federal do Ceará; UFPB - Universidade Federal de Paraíba; UFPE - Universidade Federal de Pernambuco; Fundação Casa Rui Barbosa (R.J); Museu do Folclore (RJ); USP - Universidade de São Paulo; Biblioteca Nacional (RJ); Universidade de Poitiers (França) e Universidade de Tóquio (Japão).


Este texto é parte integrante do projeto original. Maiores informações consulte:

https://www.sistemasweb.uel.br/


Equipe responsável pelo projeto

  • Raimunda de Brito Batista (Autora e Coordenadora)
  • Izabel M. Aguiar (Autora e Colaboradora)
  • Sueli Bortolin (Colaboradora e Supervisora)
  • Frederico Fernandes (Supervisor)
  • Carlos A. Campos (Consultor e Colaborador)
  • Laudicena Ribeiro (Consultora e Colaboradora)
  • Maria Letrari (Consultora e Colaboradora)

Integrantes

Anna Carolina C. Santos - annachierotti@yahoo.com.br
Andressa Aparecida Lopes - dressalopes@hotmail.com
Beatriz de Moura Arias - bia_arias@yahoo.com.br
Bruna Munhoz - munhoz4@hotmail.com
Camila Mortari - kamymortari@hotmail.com
Carlos A. Campos (Carcará) - carloskarkara@hotmail.com
Claudia Priscila Flora - claudia-cpf@hotmail.com
Grazielle Cristina Silva - graziuel@yahoo.com.br
Izabel Maria de Aguiar - aguiar@uel.br
Isadora Vidal Pinotti Affonso - isadora925@hotmail.com
Juliamaris de Oliveira - julia_marisoli@yahoo.com.br
Laís Denise dos Santos Santana - lais_saoseba@hotmail.com
Laylla Zanin Baumgarten - layllazanin@hotmail.com
Neuza A. Soares Mello - nasmello@yahoo.com.br
Rafael A. P. L. Ventura - xapadao@hotmail.com
Raimunda de Brito Batista - raimundajoao@gmail.com
Tatiana Bauso C. Santos - tatibausan@bol.com.br
Waldir N. do Nascimento - dirwal@hotmail.com

segunda-feira, agosto 28, 2006

Reuniões

O grupo de trabalho, coordenado pela professora Raimunda, se reune às segundas-feiras. O local das reuniões é a Biblioteca Central da UEL. Nestas reuniões a equipe desenvolve o trabalho de pesquisa e organização do acervo, bem como o planejamento de ações que possam promover a sua divulgação junto a comunidade interna e externa da Universidade.

domingo, agosto 27, 2006

Eventos (NOVO)

Para maior divulgação do projeto, sua equipe tem implementado uma série de ações. Dentre estas ações, merece destaque, os eventos pensados e organizados em parceria com empresas e demais entidades organizadas da cidade de Londrina.

Literatura de Cordel na Ciranda de Versos

Exposição de Literatura de Cordel e Xilogravura

O Cordel vai ao Shopping

Ariano Suassuna na Feira Nordestina

Cantoria de Causos, Cordas e Cordéis

A Noite do Cordel

Xilogravura

Xilogravura:Carlos Alberto Campos -2006
O que é Xilogravura?

A xilogravura é a arte de gravar em madeira. Sua provável origem remete a cultura chinesa do século VI. A xilogravura tem grande importância para a literatura de cordel. Em geral suas capas são compostas por este tipo de arte.